domingo, 30 de dezembro de 2018

Anjo de Portugal salvai-nos!

ACONTECIMENTOS,    

                                                             Anjo de Portugal salvai-nos!

                                                               

   
     Neste tempo de quaresma apelar ao Anjo de Portugal é mais que necessário, num pais que apesar valores seguros que nos têm agregado como Nação, há mais de 900 anos, parece que gostamos de experimentalismos perigosos, que nos diluem na mediocridade da nossa sociedade já a caminhar para o pós-capitalismo. 
      É triste ver  se perder valores, podemos até não  perceber todas as posições da Igreja e dos velhos costumes,  mas existe um fio condutor  solidariedade - caridade-, comunhão, esperança.  Estes valores seguros têm nos conduzido por isso é que os Portugueses se caracterizam por serem hospitaleiros, generosos, solidários, nostálgicos.     É verdade que em termos éticos e morais evoluímos, mas perdem-se tradições sendo a religião uma delas, o que tem agravado a situação.  
       Sem dramatismos, soube a Igreja «olhar os sinais dos tempos» sem dramas, hoje a defesa da família,  do seu bem-estar, dos direitos das mulheres, crianças, a violência domestica tudo é aflorado  - sem a presença de velhos costumes de opressão-.
        Mas o mal da sociedade está a montante, onde a corrupção, falta de ética profissional leva muitos e muitos portugueses a cometerem crimes, que ofendem a sociedade.
          Neste tempo de quaresma apelo ao Anjo de Portugal que nos proteja dos que tanto mal quer a Portugal, aos Portugueses, mas tambem entre Portugueses.


disse 

sergio neves                           

Fé e Religião

REFLEXÃO,

                                                                         Fé e Religião


                               



         Dois termos para a mesma expressão. Acreditar e testemunhar um Deus. 
         Mas então o que é a Fé, a meu ver é acreditar incondicionalmente num Deus, na sua  palavra, ação, começa por ser uma atracção pessoal, fruto de uma oração, meditação, dialogo estritamente pessoal, que pode ser cultivado por tradição, por atos culturais, religiosos.  É um acreditar sem ver, sem condições. 
         A Fé é algo que não se pode ficar pelo estritamente pessoal, tem de sair de si, ir ao encontro do outro e voltar a si, moldado, diferente, enriquecido.  Existem praticas, estudos, reflexões que me ajudam na Fé.  Daí que a Fé não sei algo mensurável, mas algo que oscila, pela pratica, reflexão e testemunho que se tenha ou não num dado momento, tempo e espaço.
       A Fé é intransmissível mas pode pelo testemunho, vivência influenciar outros, é um processo em crescendo, vivencial, inato em alguns dos casos, mas cresce, floresce, desperta-se ao longo de uma vida.
         A Fé tem de ter uma concretização pratica, consciente mas também omnisciente, uma Fé sem obras morre, não existe uma Fé pessoal, o que existe é uma pratica Fé dinâmica, em relação com Deus, com os outros e comigo mesmo. A Fé é interactiva, senão o for, não existe, morre. Fora disso reduz-se a uma «fezada». que é uma mera manifestação narcisista.  
           Já a Religião, tal como a palavra o releva é uma religação, religar, liga algo pessoal com o colectivo e o divino, transmite-se pela Palavra, pelo culto, pela oração sistemática, reflexão da doutrina. No caso Cristão pela vivência dos Sacramentos, que são atos perenes da presença, força de Deus em cada um dos crentes e dos crente em comunidade.  A Fé e a Religião contribuem de forma positiva, evolutiva para pratica religiosa, altiva, consciente,  testemunhal.  Produz uma direcção para a Felicidade. 
            Fé e Religião andam de mão dada, só se salva  pela comunidade, em assembleia, daí que para ir ao encontro dos outros , tenha de experimenta o Kerigma, esse episódio fundamental da presença do amor misericordioso de Deus com  cada um nós. 
             Num tempo de reflexão, introspecção, meditação, urge dar o salto, viver em função do próximo, do perdão. Colocar Deus na vida é o garante de Paz, Amor, Segurança.


disse 

sergio neves 

Papa Francisco em Auschwitz

ACONTECIMENTOS

                                                           Papa Francisco  em Auschwitz

                                    

                                        Entrada de Francisco em Auschwitz em Julho 2016

      O  Papa Francisco cumpre a sua missão de levar o Evangelho  a todo o lado, com Ele tudo ganha nova forma, mesmo que outros antecessores tenham feito o mesmo, no caso a pretexto da participação  nas JMJ  em Cracóvia na Polonia, Francisco visita o campo de Aushwitz.  É curioso isto porque  se nos lembrarmos de Bento XVI este também havia entrado sozinho, mas agora com Francisco tudo é exponenciado, lembrado de outra forma.  É o Papa dos media, tem boa imprensa direi.

                                                  
                                              Entrada de Bento XVI  em Auschwitz

       A visita de Bento XVI a  Auchwitz  também teve o seu simbolismo tratava-se ao fim de contas de um Alemão,  com altas responsabilidades  pastorais num local manchado de sangue pelos alemães, veja-se no entanto a diferença do tratamento da noticia.
       Em 2016 repete os passos do seu antecessor mas cada  momento tem gesto próprio, entra só, em silencio, só dirige palavras para os sobreviventes, visita a cela onde o mártir Maximiliano Kolbe  morreu de fome e sede, coloca vela no muro da morte
       Impressionante foi ouvir e ver o salmo 30  meditado por cristãos e judeus.
       Francisco relaciona deste modo os campos de concentração á tragedia que reina hoje com os refugiados da Siria e demais países em guerra.
         
                                     
     O silencio de Francisco é sinal de perdão, misericórdia, saber entender os outros, estar com quem sofre independentemente da sua cor de pele,  credo religioso e quanto baste.
     Francisco não pára de nos surpreender com os seus gestos de simplicidade, de afeto, repete os passos de outros no passado, reescreve textos e documentos da Igreja para que a todos chegue Alegria do Evangelho.
     Estamos perante um pastor que quer estar junto das suas ovelhas e com elas quer partilhar e viver as suas angustias.  O que diz é diferente do que Bento XVI e São  João Paulo II   dizia, não é que agora as pessoas estão despertas para o ouvir, porque Ele  fala para se perceber, percebe o que os crentes e não crentes querem e  precisam.

disse

sergio neves

O 562 -Cumpre-se no 4 º dia

ACONTECIMENTOS, 


                                                       O 562 -Cumpre-se no 4 º dia







     Um cursilho é sempre diferente,não é mais um, é único, uma experiência vivencial, de amizade, encontro consigo, com Deus/Jesus e com os outros. É sempre um ponto de partido, difícil de explicar para quem o faz pela primeira vez e para quem o repete como dirigente/orientador, não é um retiro, mas também não é encontro. Mas é tudo isso também.  A caminhada do Cursilho não se resume aos 3 dias, mas a todo o tempo de preparação, entrega, oração, convívio, partilha, espera, renuncia, ação, estudo.
       Não seu quem vai ler este post, mas estou certo que possa despertar o  interesse em querer fazer um dia um. Sendo que a exigência começa justamente no  Sim sincero que se dá, sem medos, mas sabendo que a preparação, abertura deve ser total, pois mexe connosco, com a nossa forma de estar na vida e de abdicar do nosso Eu, aterrorizado com alguma coisa menos boa na nossa vida.  É importante que todos estão aptos a realizar um cursilho, mas para viver um Cursilho tenho de me enquadrar com a Igreja Católica, com o Cristianismo e suas manifestações Sacramentais cá fora, porque depois lá dentro a mudança é possivel.
       Viver este 562  foi uma experiência de serviço, de cura também e estar em Graça, é uma oportunidade de ser melhor e mais pessoa.

De Colores 

disse 

sergio neves  

Eduardo Bonnin Aguilló - 100 anos - 4 Maio 1917-2017

acontecimentos
                                  Eduardo Bonnin Aguilló - 100 anos - 4 Maio 1917-2017


                                     


      Eduardo Bonnin homem da Acção Católica em Espanha, que percebeu desde muito cedo que tinha de conquistar os ambientes, cada metro quadrado para Cristo, que não bastava cumprir os  serviços mínimos de um Cristão, viver os Sacramentos e ir Missa 1 vez por semana, era preciso fermentar os ambientes, conquistar os ambientes  atravês da vertebração de Ideias, ir ao encontro dos que influenciam esses mesmos ambientes. Para isso tens de te encontrar contigo mesmo, com Deus e com os outros e isso é possivel vivendo uma vez a experiência de um Cursilho de Cristandade. 
     Eduardo Bonnin vivia os Movimento sempre em obediência á Igreja, á  Hierarquia, ao Bispo, sempre á luz do Evangelho.
       E tudo começou com uma preparação de jovens numa peregrinação a Santiago de Compostela, mas a visita á prisão de Maiorca com os Condenados , foi o episódio marcante.   Depois como em tudo os «Revolucionários» são ultrapassados pela própria historia, acontecimentos e o Movimento dos Cursilhos ganhou fronteiras, ou foi mais alem - Ultreia-, e está espalhado pelo mundo. Eduardo viveu sempre na sombra, não gostava de protagonismo, isso obtiveram quiçá outros, mas o grande «cérebro» do entraçado dos Cursilhos foi de Eduardo,  outros têm mérito  sem duvida Monsenhor Sebastian Gaya, entre outros,   os tripè de Bonnin  Cristo, Pessoa e a Amizade.
        Convido a todos os cursilhistas  a lerem a Biografia e o Pensamento deste grande génio, autodidacta. Mais que um movimento, criou massa fermentada para a seara do Senhor Cristo; a Igreja.

disse 



Sergio Neves 

sábado, 3 de novembro de 2018

Dr. César das Neves na Ultreia em Missão... no ultimo dia do Mês da Missão

ACONTECIMENTOS,


                            Dr. César das Neves  na Ultreia em Missão... no ultimo dia do Mês da Missão

                                         






31-10-2018 Igreja da Ressurreição em Cascais.

       O  Professor César das Neves  é convidado  não a dar rollo, mas a fazer uma reflexão em voz alta sobre a missão, foi um desafio do Papa Francisco, que apesar de o mês de Outubro  ser o ,justamente o mês da Missões, que nos  apegássemos à missionação, que será o grande mote para próximo ano. Para o MCC a «Missão» é tambem o grande tema de Estudo.  
       César das Neves lembro que Outubro 2019 será o mês Missionário  extraordinário. 
     César das Neves começa por lembrar que todos os Papas desde 1740   no inicio do seu Papado apresentam  «o seu programa» , com Francisco não foi diferente, o documento  que marca o inicio do seu Papado é a «Alegria do Evangelho»,  nele Francisco traça os seus desígnios para os próximos anos,  uma Igreja em Saída, Missionaria, esta exortação apostólica, vem na linha de Bento XVI.
      Foram muitos os Papas que se dedicaram ao tema da Missão, Bento XV,Paulo VI em 8-12-1975, João Paulo II em 1990,Francisco  também no Capitulo IV no nº 199 fala da Missão:

     199. O nosso compromisso não consiste exclusivamente em acções ou em programas de promoção e assistência; aquilo que o Espírito põe em movimento não é um excesso de activismo, mas primariamente uma atenção prestada ao outro «considerando-o como um só consigo mesmo».166 Esta atenção amiga é o início duma verdadeira preocupação pela sua pessoa e, a partir dela, desejo procurar efectivamente o seu  bem. Isto implica apreciar o pobre na sua bondade própria, com o seu modo de ser, com a sua cultura, com a sua forma de viver a fé. O amor autêntico é sempre contemplativo, permitindo- -nos servir o outro não por necessidade ou vaidade, mas porque ele é belo, independentemente da sua aparência: «Do amor, pelo qual uma pessoa é agradável a outra, depende que lhe dê algo de graça».167 Quando amado, o pobre «é estimado como de alto valor»,168 e isto diferencia a autêntica opção pelos pobres de qualquer ideologia, de qualquer tentativa de utilizar os pobres ao serviço de interesses pessoais ou políticos. Unicamente a partir desta proximidade real e cordial é que podemos acompanhá-los adequadamente no seu caminho de libertação. Só isto tornará possível que «os pobres se sintam, em cada comunidade cristã, como “em casa”. Não seria, este estilo, a maior e mais eficaz apresentação da boa nova do Reino?»169 Sem a opção preferencial pelos pobres, «o anúncio do Evangelho – e este anúncio é a primeira caridade – corre o risco de não ser compreendido ou de afogar-se naquele mar de palavras que a actual sociedade da comunicação diariamente nos apresenta».

   
                                                 Flashes proferidos pelo Dr, César das Neves   : 

«     O anúncio do Evangelho é a 1 ª caridade  »

«  A caridade está por detrás de toda a criação»

« Amamos o próximo  como amamos a Deus»

« Amamos o próximo não como Ele é , mas como Deus o vê»


                   Evangelização é  resultante  da Caridade  vide em Alegria do Evangelho :

   177. O querigma possui um conteúdo inevitavelmente social: no próprio coração do Evangelho, aparece a vida comunitária e o compromisso com os outros. O conteúdo do primeiro anúncio tem uma repercussão moral imediata, cujo centro é a caridade.


179. Este laço indissolúvel entre a recepção do anúncio salvífico e um efectivo amor fraterno exprime-se nalguns textos da Escritura, que convém considerar e meditar atentamente para tirar deles todas as consequências. É uma mensagem a que frequentemente nos habituamos e repetimos quase mecanicamente, mas sem nos assegurarmos de que tenha real incidência na nossa vida e nas nossas comunidades. Como é perigoso e prejudicial este habituar-se que nos leva a perder a maravilha, a fascinação, o entusiasmo de viver o Evangelho da fraternidade e da justiça! A Palavra de Deus ensina que, no irmão, está o prolongamento permanente da Encarnação para cada um de nós: «Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40). O que fizermos aos outros, tem uma dimensão transcendente: «Com a medida com que medirdes, assim sereis medidos» (Mt 7, 2); e corresponde à misericórdia divina para connosco: «Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. Dai e ser-vos-á dado (...). A medida que usardes com os outros será usada convosco» (Lc 6, 36-38). Nestes tex- 142 tos, exprime-se a absoluta prioridade da «saída de si próprio para o irmão», como um dos dois mandamentos principais que fundamentam toda a norma moral e como o sinal mais claro para discernir sobre o caminho de crescimento espiritual em resposta à doação absolutamente gratuita de Deus. Por isso mesmo, «também o serviço da caridade é uma dimensão constitutiva da missão da Igreja e expressão irrenunciável da sua própria essência».144 Assim como a Igreja é missionária por natureza, também brota inevitavelmente dessa natureza a caridade efectiva para com o próximo, a compaixão que compreende, assiste e promove.


181. O Reino, que se antecipa e cresce entre nós, abrange tudo, como nos recorda aquele princípio de discernimento que Paulo VI propunha a propósito do verdadeiro desenvolvimento: «Todos os homens e o homem todo».145 Sabemos que «a evangelização não seria completa, se ela não tomasse em consideração a interpelação recíproca que se fazem constantemente o Evangelho e a vida concreta, pessoal e social, dos homens».146 É o critério da universalidade, próprio da dinâmica do Evangelho, dado que o Pai quer que todos os homens se salvem; e o seu plano de salvação consiste em «submeter tudo a Cristo, reunindo n’Ele o que há no céu e na terra» (Ef 1, 10). O mandato é: «Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda criatura» (Mc 16, 15), porque toda «a criação se encontra em expectativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de , 144 Deus» (Rm 8, 19). Toda a criação significa também todos os aspectos da vida humana, de tal modo que «a missão do anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo tem destinação universal. Seu mandato de caridade alcança todas as dimensões da existência, todas as pessoas, todos os ambientes da convivência e todos os povos. Nada do humano pode lhe parecer estranho».147 A verdadeira esperança cristã, que procura o Reino escatológico, gera sempre história.

262. Evangelizadores com espírito quer dizer evangelizadores que rezam e trabalham. Do ponto de vista da evangelização, não servem as propostas místicas desprovidas de um vigoroso compromisso social e missionário, nem os discursos e acções sociais e pastorais sem uma espiritualidade que transforme o coração. Estas propostas parciais e desagregadoras alcançam só 197 pequenos grupos e não têm força de ampla penetração, porque mutilam o Evangelho. É preciso cultivar sempre um espaço interior que dê sentido cristão ao compromisso e à actividade.205 Sem momentos prolongados de adoração, de encontro orante com a Palavra, de diálogo sincero com o Senhor, as tarefas facilmente se esvaziam de significado, quebrantamo-nos com o cansaço e as dificuldades, e o ardor apaga-se. A Igreja não pode dispensar o pulmão da oração, e alegra-me imenso que se multipliquem, em todas as instituições eclesiais, os grupos de oração, de intercessão, de leitura orante da Palavra, as adorações perpétuas da Eucaristia. Ao mesmo tempo, «há que rejeitar a tentação duma espiritualidade intimista e individualista, que dificilmente se coaduna com as exigências da caridade, com a lógica da encarnação».206 Há o risco de que alguns momentos de oração se tornem uma desculpa para evitar de dedicar a vida à missão, porque a privatização do estilo de vida pode levar os cristãos a refugiarem-se nalguma falsa espiritualidade.



   OS   4 PASSOS PARA A MISSÃO 
  1. alguém que nos Indica  - «Eis o Cordeiro de Deus»
  2. Encontro « Nasce por uma procura»
  3. Busca
  4.  Ver -« Vinde Ver»



   A   felicidade em Evangelizar! 

 272. O amor às pessoas é uma força espiritual que favorece o encontro em plenitude com Deus, a ponto de se dizer, de quem não ama o irmão, que «está nas trevas e nas trevas caminha» (1 Jo 2, 11), «permanece na morte» (1 Jo 3, 14) e «não chegou a conhecer a Deus» (1 Jo 4, 8). Bento XVI disse que «fechar os olhos diante do próximo torna cegos também diante de Deus»,209 e que o amor é fundamentalmente a única luz que «ilumina incessantemente um mundo às escuras e nos dá a coragem de viver e agir».210 Portanto, quando vivemos a mística de nos aproximar dos outros com a intenção de procurar o seu bem, ampliamos o nosso interior para receber os mais belos dons do Senhor. Cada vez que nos encontramos com um ser humano no amor, ficamos capazes de descobrir algo de novo sobre Deus. Cada vez que os nossos olhos se abrem para reconhecer o outro, ilumina-se mais a nossa fé para reconhecer a Deus. Em consequência disto, se queremos crescer na vida espiritual, não podemos renunciar a ser missionários. A tarefa da evangelização enriquece a mente e o coração, abre-nos . 206 horizontes espirituais, torna-nos mais sensíveis para reconhecer a acção do Espírito, faz-nos sair dos nossos esquemas espirituais limitados. Ao mesmo tempo, um missionário plenamente devotado ao seu trabalho experimenta o prazer de ser um manancial que transborda e refresca os outros. Só pode ser missionário quem se sente bem, procurando o bem do próximo, desejando a felicidade dos outros. Esta abertura do coração é fonte de felicidade, porque «a felicidade está mais em dar do que em receber» (Act 20, 35). Não se vive melhor fugindo dos outros, escondendo-se, negando-se a partilhar, resistindo a dar, fechando-se na comodidade. Isto não é senão um lento suicídio.


    

                                       Concluiu  dizendo que  fazemos a Missão por Ele! 

   nota:     
Foi muito enriquecedora esta Ultreia aberta, aprendi muito sobre o dever e devir da Missão.  Cabe a todos, é de todas essa responsabilidade. É um processo sem fim, mas tem de comportar compromisso, testemunho, lealdade, humildade, tudo por Ele.


disse 

sergio neves 

Aura Miguel - Palestra na Escola Responsáveis do MCC da Grande Lisboa

ACONTECIMENTOS,

                        Aura Miguel - Palestra na Escola Responsáveis do MCC da Grande Lisboa

                            


No Salão Paroquial da Igreja da Divina Misericórdia de  Alfragide 

dia 29-10-2018, aberto a Cursilhistas, contou presença mais 100 cursilhistas

      
       Dia  29-10-2018  fica marcado por esta partilha da Vaticanista Aura Miguel, o tema da  palestra era justamente a Missão, tal  como o Papa Francisco no pediu para reflectir-mos sobre a Missão, aliás para o ano  será ano da Missão.
        Ouvi-la falar durante mais  de 1 hora depois de um dia de trabalho foi uma  dádiva. 
      Estamos a falar de uma jornalista especialista em questão do Vaticano, do relacionamento dos Papados com o Mundo Cristão  e Pagão.
        Falou do seu percurso de mais 30 anos, começou bem novinha com o Papado de João Paulo II, agora Santo,  seguiu-se Bento XVI e actualmente Francisco.
      Fez mais de 51 Viagens Apostólicas, fala da sua  missão que consiste justamente na  partilha das peripécias, do mote,o matriz doutrinal para cada viagem, a dos Papas de espalhar o Evangelho, defender a Igreja,  relação de Estados.
     Foi um deleite, ouvi-la, pois tem um brilho de alguém que para alem de jornalista, fala com propriedade, e que cresceu tambem na Fé, por aproximação á Igreja , mas tambem por privar de perto com os sucessores de Pedro.
      Fala com uma grande sapiência, dos documentos, de pequenas Historias e Estorias dos Papados, dos medos e fragilidades que estes homens têm e tiveram, o medo, o choro, a estupefacção pela Eleição de cada um sobretudo de Karel Woityla e de Jorge Bergolio.
      Muito interessante perceber qual foi o grande lema e desígnios dos três Papados  com João Paulo II « Não tinhais medo, escancarei o coração ao amor de  Cristo» , Bento XVI «recristianização da Europa» e com Papa Francisco «Alegria do Evangelho , numa Igreja em Missão»
      Foi uma palestra que merecia mais pessoas, mas se calhar estiveram aquelas que o Espírito Santo entendeu que deveriam estar, estive lá e gostei do que ouvi, sinto-me rejuvenescido para aceitar a missão.
      Percebemos que nos devemos entregar, os Papas são homens sós, que devemos rezar por  Eles, estar com eles em oração, Aura Miguel fala com  uma alegria contagiante, bela, uma afortunada por estar  onde está, com a missão de transmitir, ser tambem Ela testemunho de uma Igreja em Missão,que tem de estar no mundo, para o Mundo e atenta ás rasteiras que o Mundo Pagão tantas e tantas vezes comete sobre os Papas.
         Como dirigente foi um gosto este momento, uma pedrada no charco da mediocridade do nosso dia a dia onde Deus e o Evangelho estão tão afastados, cabe-nos a cada Baptizado levar o Evangelho a todos. 
          Obrigado Aura Miguel pelo testemunho, pela Partilha , das pequenas estorias dos Papas :

  •  João Paulo II e o seu gosto pela pratica desportiva, tinha uma piscina na residência no Vaticano,
  •  Bento XVI   pediu para levarem  a sua Biblioteca para Vaticano e o Piano, os livros tinham de estar  ordenados tal qual em sua casa.
  •  Francisco  que gosta de sair furando todos os protocolos, como ir arranjar óculos, comprar sapatos, ou mesmo participar em Pessoa na época Pascal no compasso nos arredores de    Roma.
  •  Francisco deita-se muito cedo , levanta.se ás 4:00 a.M, está a rezar junto Santíssimo até 6.00 a.M- por  vezes adormece, celebra Missa as 7:00 a.M.
  • Francisco  nas viagem apostólicas leva a que os seus assessores ao cansaço, quando se queixam diz com graça para meterem «baixa».

      Uma   grande jornalista, que vive para o que faz, a sua missão é transmitir estes ensinamentos, as verdades da Igreja e dos Sucessores de Pedro.

disse 

sergo neves