domingo, 3 de março de 2019

Francisco : Culpado! Por ter Caridade!

reflexão

                                                     



                                                  Francisco : Culpado! Por ter Caridade!


    Um amigo enviou-me este texto , não sei quem é o autor mas subscrevo na integra, de facto Francisco feio para ser diferente, fazer diferente, ir ao encontro de todos, das periferias, mas não simplesmente para criar simpatia, para mexer connosco , desinstalar-nos, viver o cristianismo de forma fofinha, Francisco não tem a vida facilitada pelos Padres e Leigos sobretudo com os que se portam ou têm comportamentos desviantes, uma vergonha. 
      Ninguem deve apontar o dedo ao outro, denunciar sim abusos, minguem está acima da lei.
      Todos os dias faço o que tem de ser feito, rezar pelos Sacerdotes, Papa, sim porque nem todos são iguais, mas mesmo os Sacerdotes que se  portaram mal neste tema dos Abusos Sexuais, têm de ser acompanhados, porque são leigos na mesma.
      
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                                                            “FRANCISCO: CULPADO!” 



      Querido Papa Francisco: Na verdade, és culpado! És culpado por seres um homem e não seres um anjo! És culpado porque tens a humildade de aceitar que erras e de pedir perdão. Pedir perdão por ti e por nós. E isso para muitos é inadmissível. 
    És culpado porque desejavam fosses um juiz e um canonista e és exemplo e testemunho de misericórdia. És culpado pois que abandonaste a tradição de morares em palácios e escolheres viver no meio das pessoas. 
      Culpado porque deixaste a sumptuosidade de S. João de Latrão e elegestes a pobreza das prisões, dos orfanatos, dos asilos e das casas de recuperação de adições. Sim és culpado! Deixaste de beijar os pés “perfumados” das eminências e beijas os pés “sujos” de condenados, mulheres, doentes, de outras confissões religiosas, de “diferentes”! És condenado porque abriste as portas aos “recasados” e porque diante de temas dolorosos e pendentes respondes simplesmente: “quem sou eu para julgar?”. És condenado porque assumes a tua fragilidade, pedindo que rezem por ti, quando muitos exigem que sejas dogmático, intolerante e rubricista. 
     Papa Francisco és culpado por tantos e tantos corações ditos “infiéis”, “excomungados” e “impuros” tenham redescoberto o rosto belo de Cristo ternura e misericórdia. 
        És culpado porque “chamas as coisas pelos nomes” e não te retrais de lembrar aos bispos que não sejam pastores de aeroporto mas sim gente com “cheiro a ovelha”. 
      Culpado porque rasgaste as páginas da intolerância, dos moralismos estéreis e impiedosos e nos ofereceste a beleza da compaixão, da ternura e da frontalidade. 
     És culpado porque nos abristes não tanto os olhos, a inteligência e a razão mas, sobretudo, o coração. És culpado por quereres carregar a Cruz da Igreja em vez de desviares o olhar, seres indiferente às dores e às lágrimas dos homens do nosso tempo. 
     És culpado porque não suportas os crimes hediondos feitos em nome de Deus e por aqueles que falam de Deus mas vivem contra Ele. 
    Culpado porque buscas a verdade e a justiça, abraçadas pela misericórdia, em vez de silenciar, esconder, minimizar ou ignorar. 
     És culpado porque deixaste de querer uma Igreja de privilégios e mordomias, de glórias e poderes mundanos e nos ensinas a força do serviço, a riqueza do lava-pés e a grandiosidade da simplicidade. Papa Francisco deixa que te culpem destes “crimes”. Sabes que ao teu lado estão incontáveis homens e mulheres que, como tu, não são anjos, são frágeis, pecadores, esperando que Cristo olhe por nós e para nós. Sabes que contigo está uma enorme “procissão” de corações que por ti rezam a cada instante, por ti dariam a própria vida, te seguem como ovelhas que confiam no pastor. Foi Cristo quem te colocou ao leme desta “barca” naufraga que é a Igreja. É Cristo quem te dará as forças para prosseguir esse caminho de “culpabilidade” que tanto bem fez ao mundo e à Igreja. Querido Papa Francisco obrigado por seres culpado pela beleza da Igreja sonhada por Jesus


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Nota:  texto Francisco : Culpado!   Não é meu mas tem tanto de verdade! 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Cimeira sobre Abusos Sexuais no seio do Clero

REFLEXÃO,

                                           Cimeira sobre Abusos Sexuais no seio do Clero

                                             


    Acontecimento:    
 Abusos  Sexuais  de Clérigos, Bispos, Cardeais  a crianças, jovens, missionários e  Religiosas aos longo de décadas.

 O que está em causa: 

O  encobrimento, omissão, esquecimento, complacência  da Igreja durante anos fase aos abusadores e abusados no seio da hierarquia da Igreja.
A inercia dos diferentes Pontificados 
O encobrimento  de muitas Dioceses, Bispados.
Recolhimento da Igreja do mal entre portas : o que fazer 
Pressão dos Media e das  Vitimas
O aproveitamento mediático.


   O Papa Francisco enfrenta a pior crise do seu Pontificado, mais do que os escândalos Financeiros na Cúria Romana, a questão  dos abusos sexuais , pedofilia, exercida por Padres e consagrados sobre os seus  fieis foi abafada durante anos,  com uma opinião publica cada vez mais atenta, critica, urge pois que o tempo da Igreja seja mais rápido, não se pode esconder no segredo da confissão, como este é  sagrado, mas tem que se arranjar um meio termo para acabar de vez com este flagelo que coloca todos os homens Consagrados e Leigos debaixo de uma suspeição  doentia, de caça ás bruxas, mais do que sair normas, era bom que fossem retirados do ministério sacerdotal  quem dele enxovalha, envergonha, não deixando-os  claro está á sua sorte.  Apesar de deixarem à posição de Leigos, mas devem ter o mesmo tratamento que os Leigos que estão a braços com as mesmas acusações, agora ficarmos todos com o anátema de Abusadores ou pedófilos parece-me mau, sobretudo os homens.  
     Têm os Bispos e Cardeais de ser mais interventivos, entregar á justiça e ás autoridades todos os casos que tenham conhecimento e suspeita.    
      De a meu ver a Igreja permitir o casamento dos Padres que entenderem, não quero com isto dizer que existe uma  relação de causalidade,  Celibato  igual a Abusos Sexuais, mas se os Padres que quiserem sentir o Sacramento Matrimonio pois que o façam, retira quiçá esta pressão aos jovens Padres e outros mais velhos.
      Tem o Papa Francisco em mãos um grande problema, que urge a Igreja resolver,  não é fechando os olhos que se resolve como se viu o problema.

disse 

sergio neves 




domingo, 3 de fevereiro de 2019

Ninguem é profeta na sua terra

REFLEXÃO,

                                                      Ninguem é profeta na sua terra 

                                                       
                                                        




Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, estando Jesus na sinagoga, começou a dizer: 21“Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”.
22 Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: “Não é este o filho de José?”
23 Jesus, porém, disse: “Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Fazei também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum”.
24 E acrescentou: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria.
25 De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26 No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia.
27 E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”.
28 Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29 Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30 Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


      Tantas vezes ouvimos esta Palavra , e chegamos sempre á mesma conclusão « Santos de Casa não fazem milagres», « Em casa de ferreiro, espeto de pau»,  «Ninguem é profeta na sua terra», de facto é verdade, por muito que por vezes queiramos como pais, amigos , demover , demonstrar aos mais próximos os seus erros, desvios acontece que  as nossas palavras levam-nas o vento e se for preciso alguém de fora consegue ter mais resultados e ser mais escuta do que  nós.
         Ficamos tristes é um facto , pois  não queremos que assim seja,  mas tantos podemos estar na posição deste profeta, como noutras situações acontece-nos o contrario, o importante é perceber qual o caminho,  os Profetas, não eram  os que colhiam, antes eram semeadores, nem sempre quem semeia, colhe, o importante é que se deixe a semente em boa terra, ter o cuidado de a deixar bem  instalada, por mim falo que me preocupo sempre muito com os outros possam dizer, fazer, de algo que disse, tentei fazer, semear, devo seguir em frente tal como o Senhor, que testou aquela gente, foi um provocador, mas teve a coragem de levar a sua até ao fim , quase até ao precipício, mas depois passou entre as pessoas, fê-las pensar, criou inquietude, as pessoas não lhe foram indiferentes, mas na  sua terra não conseguiu a convencer,aliás como a Jeremias e outros profetas, no nosso tempo profetas houve que tambem não o conseguiram lembro  Óscar Romero, Maximiliano Kolbe, Gandhi, Martin Luther King, Malcom X, entre tantos outros.
       Que atitude ter então, ser paciente, oração, o recolhimento estratégico,viver em Graça, ter caridade e uma paciência de Job.   Perceber qual o nosso papel, não deixar que o  chifrúdo corroa as nossas relações.
        Depois ter esta confiança de Jesus, que tudo superou, pois Ele sabia o seu caminho e sabia que não queria ir por ali, pelo facilitismo, pelo protagonismo, fazer pronto, fez-se pronto.
       Nem Jesus foi profeta na sua terra, sabendo todos que  Ele era quem era,, filho de José e Maria, mesmo assim na terra que o viu crescer conquistou os corações deles, acontece-nos tantas e tantas vezes, comigo na minha paroquia, nos movimentos a que pertenço ENS, MCC , etc etc.  Não é protagonismo, narcisismo, inveja, é tratamento igual para coisas iguais.
        
Reflexão Sérgio Neves.
      
   

CATEQUESE PAROQUIAL -um Conceito

REFLEXÃO,

                                               CATEQUESE PAROQUIAL -um Conceito

                                             


          Não existem com toda a certeza modelos perfeito de catequese paroquial, mas não me parece que o modelo de canalizar as sessões de catequese para durante a semana, com grupos de 20 crianças se possa fazer uma Catequese  próxima, de testemunho, de doutrina que se queira. Depois com grupos ao Sábado pequenos com  5 a 8 crianças. Isto é o que acontece em muitas e muitas paroquias.
       Percebo que ao fim de semana os pais das crianças queiram sair da rotina, passear, isso é importante sem duvida , agora o que acontece na Grande Lisboa é já não haver horários  de funcionamento de catequese ao sábado, quanto mais ao Domingo.  São os próprios catequistas a promover este tipo de catequese  « á  lá minute» , a despachar, tudo a correr. Uma coisa de doidos, que faz com que os catequistas tenham uma margem pequena, é o que temos, depois não se vive e convive em Paroquia, nao se chega aos miúdos , logo não se chega aos pais.   Depois a Catequese expositiva está esgotada, falamos para miúdos das novas tecnologias, avançados em muita coisa, mas imberbes em questões de  Fé.   É que a pratica da Catequese quase exclusivamente á semana leva que aos fins de semana as Paroquias estejam moribundas, falo pela minha,ora isto vai conduzir á ruptura, vazio.
       Ora o que preconizo, sou um  mero Leigo atento   que vejo que como as coisas estão a catequese definha, por muitos bons que sejam os catequistas, os manuais, os testemunhos, as salas, senão houver uma adaptação tambem por parte dos pais.
       As medidas que preconizo: 

  •   Catequese aos fins de semana  Sábado e Domingo, eventualmente  abrir  á sexta-feira, 
  •   Grupos de catequese de 10 miúdos 
  •   Grupo de catequese de pais 
  •   Conciliar catequeses com a Missa
      Abrido a excepção de catequese à sexta feira , o cuidado de não deslocar para aí toda a força de catequistas,  limitar inscrições, não abrir mais do que 2 grupo por cada ano de catequese.  Na catequese a participação dos catequizando na Eucaristia é importatissimo, depois importante também a catequese domestica, o trabalho na Fé dos pais, em casa, pela oração , testemunha, presença, pelas convicções.
     É possivel salvar a Catequeses Paroquial, sim, acho que ainda vamos a tempo agora tem de haver  um limpeza uma transição,  se se tiver que dar dois passos a trás, com menos adesão de crianças, para mais tarde  recuperar-se o tempo perdido.  
     Ter grupo de 20 miúdos durante a semana e depois aos sábados e domingos  não ter grupos 
    Fica á consideração dos Parcos, Bispos , leigos responsáveis,tem a Igreja de aceitar tudo . Urge parar para reflectir sobre o que queremos.   É que agora vive-se pouco a Eucaristia, esta é uma razão para mobilizar a catequese para Sábado e Domingo justamente para se poder celebrar a Pascoa do Senhor.

Rogai por nós.


Reflexão de Sérgio Neves 
      
    


       

1Cor 12,31-13 - A Caridade é o que fica! Ou deve ficar!

REFLEXÃO,

                                    1Cor 12,31-13 -   A Caridade é o que fica! Ou deve ficar!


                                                 





(1Cor 12,31-13,13)
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Irmãos: 31Aspirai aos dons mais elevados. Eu vou ainda mostrar-vos um caminho incomparavelmente superior. 13,1Se eu falasse todas as línguas, as dos homens e as dos anjos, mas não tivesse caridade, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine.
2Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, mas se não tivesse caridade, eu não seria nada.
3Se eu gastasse todos os meus bens para sustento dos pobres, se entregasse o meu corpo às chamas, mas não tivesse caridade, isso de nada me serviria.
4A caridade é paciente, é benigna; não é invejosa, não é vaidosa, não se ensoberbece; 5não faz nada de inconveniente, não é interesseira, não se encoleriza, não guarda rancor; 6não se alegra com a iniquidade, mas se regozija com a verdade. 7Suporta tudo, crê tudo, espera tudo, desculpa tudo.
8A caridade não acabará nunca. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. 9Com efeito, o nosso conhecimento é limitado e a nossa profecia é imperfeita. 10Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito.
11Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança.
12Agora nós vemos num espelho, confusamente, mas, então, veremos face a face. Agora, conheço apenas de modo imperfeito, mas, então, conhecerei como sou conhecido.
13Atualmente permanecem estas três coisas: fé, esperança, caridade. Mas a maior delas é a caridade.
- Palavra do Senhor.
    
     Esta leitura mais do que apontar os dedos aos outros, embora tambem aja dentro da Igreja, irmãos que têm tudo menos caridade, não se respeitam, têm uma soberba, uma ansia de protagonismo, são de um egocentrismo atroz, tudo o que fazem é que está bem, tem mérito, gostam de protagonismo.  Enfim rogai por nós.
     Mas a leitura é para mim, claramente, quando só aponto aos outros e não tenho a humildade  de que os outros são pecadores como Eu, se calhar noutros pontos, perspectivas, como o contrario tambem será verdade.
  Fico triste porque o que para mim é normalidade, ajudar os sem abrigo na CVPAZ ,  no  Serve the City, para outros é o máximo de protagonismo, dei 8 anos de por uma causa e outros fazem-no 1 vez e já o consideram glorioso, enfim dá vontade de rir e de tristeza ao mesmo tempo, porque na sociedade de hoje o que conta é o nº é ser se não o que se é, mas mascara, protagonismo, cair-se em Graça, depois aliada a se ser um bom falante tudo se faz.  Protagonismo, doí porque depois  se torno o que faço e considero normal , os ouros acham banal.  
   Em suma devo louvar a o Senhor entregar tudo o que faço, não esperar reconhecimento dos outros, tenho má imprensa, para atingir o reconhecimento de outros tenho de pedalar o triplo.  Faz parte, do crescimento.
     Não tenho rancor , agora não faço fachadas, hipocrisia para mim não dá, tenho memoria, as pessoas é que se esquecem.
      Fica uma grande lição desta leitura  faz tudo para o Senhor, não esperes reconhecimento, reserva-te, se não te sentes bem num grupo, afasta-te e reza por  eles o tempo é o melhor remédio.
        No inicio vai custar, vão -te apontar o dedo mas  segue o teu caminho, com o Senhor aconteceu o mesmo, as coisa que são forçadas mais cedo ou mais tarde, tendem a dissipar-se.
       Olha os exemplos em cada tempo na Igreja, nos movimentos,na vida de Caridade, de ajuda, e que tudo fizeram na sombra sem quererem  protagonismo, esses sim são os meus exemplos, atrás sempre de Jesus Cristo.

disse 

sergio neves 

domingo, 6 de janeiro de 2019

O Presépio Belém - sinal de um Deus simples, humilde, próximo

REFLEXÃO,

                                   O Presépio  Belém - sinal de um Deus simples, humilde, próximo

                                           

Este imagem é  talvez o  presépio mais próximo da realidade 

      Passado que está a azafama do Natal  « consumista», em que todas sem excepção nos envolvemos, fica a reflexão é que continuamos em Natal até apresentação do Menino no Templo, é bom lembrar que Jesus sendo Judeu, viveu como tal, inseriu-se numa cultura, mentalidade, do seu tempo e povo, apesar que tinha uma  Missão, fazer de toda a Humanidade Povo de Deus, até á sua vinha o Povo Eleito era o Povo que seguiu Abraão, Jacob,  David, Moisés, com Jesus e com discípulos e  Apóstolos , deixou-nos a Nova Aliança, a Igreja do Espírito Santo, confiada a Pedro, o discípulos escolhido.
          Mas apetece-me agora falar depois da espuma das coisas do Natal, falar desta imagem, uma historia simples, um casal queria ter um filha, num tempo de perseguição por Herodes a todas as gravidas Judias, percebe-se desde logo que para quem tinha um negocio de estalagem, dormidas, hospedarias já por isso era complicado, inconveniente receber  hospedes com este anátema.  Acresce que  estando gravida, prestes a dar á luz, teria pelos menos de ocupar  a estalagem, quartos, vários meses até puder ser apresentado no Templo e a progenitora puder sair dos seus aposentos, mais o casal com uma gravida fazia-se acompanhar de um séquito de familiares, que engrossava deste modo o numero de quartos alugar/ocupar, já se vê que para o dono das estalagens se por um lado  tinha as camas ocupadas e  a facturar, por outro, limitava-lhe o negocio, porque temos de ver que estas cidades, vilas, lugarejos  viviam do nomadismo, das frequentes deslocações, ter pessoas indesejadas no estabelecimento, obrigava cuidados especiais, limitação fontes rendimento, as estalagens de de rotação crescente para caminhantes por poucas noites de ocupação.
         Portanto a meu ver as sucessivas recusas que aconteceram a Maria e José, talvez tenham sido não por perseguição «religiosa» - leia-se uma Judia gravida, o Governador perseguia todos e punia não só Judeus mas todos que lhes dessem guarita, mas porque questão de ocupação de varias pessoas, num período grande de tempo.   
          Depois  acho de Deus assim o quis para mostrar que o Menino e a Sagrada Família, para serem exemplo perene, vivificantes, próximo, vinha  para serem os mais simples, humildes, e que por via disso granjeavam ainda mais atenção, carinho, de todos, mesmos dos mais ricos e estabelecidos i.e os Reis Magos, que tinham a missão de  servirem o verdadeiro Rei, Jesus Cristo e de darem espaço aos outros para adorarem e seguirem o verdadeiro Rei.
         Portanto mais do que fazer apologia que ninguem os acolheu a  Eles e a outros que estavam nas mesmas circunstancias, porque  Maria e José tinham uma Missão.
        
disse 

sergio neves 

Vertebação de Ideias- Eduardo Bonin e outros!

MOVIMENTOS,

                                          Vertebação de Ideias- Eduardo Bonin e outros!

                                           


       Um cursilho de Cristandade é vivencia, portanto é sempre algo que não se explica «tim-tim por tim tim »   vive-se e como os seus intervenientes são sempre diferentes, é uma nova  realidade. Pode como há livros com esquemas, rollos, metodologias, mas para se perceber um Cursilho de Cristandade tem de se o viver, pode-se ler toda os documentos publicados : 

  •   Verterbação de Ideias
  •    Aprendiz de Cristão
  •    Reunião de Grupo
  •    Ideias Fundamentais
  •    Rollos e Meditações
  •    Esquemas e Rollos
  •    Eduardo Bonin - 100 anos
  •    Eduardo Bonin - Meu Testamento Espiritual
  •    4 º dia
  •    Manifesto
  •    Eduardo Bonin - Reflexões
  •    Rollos vários no  Youtube
  •    Programa De colores Canção Nova e Youtube
         Pode-se ler , ouvir ,  e depois ir-se fazer um Cursilho e não se percebe nada, porque não se viveu, antes queimou-se etapas, preocupamo-nos em atingir o objectivo e esquecemo-nos de viver o caminho, já houve a experiencia de alguém que atravês das redes sociais teve conhecimento do movimento Cursilhos de Cristandade e tambem pelo testemunho de um cursilhista como  Seleccionador Nacional de Futebol   Fernando Santos, a pessoa foi a um cursilho, acredito que esteja a trabalhar na vinha do  Senhor assim espero, mas do MCC não percebeu nada porque não viveu cada momento do Cursilho porque senão manter-se-ia  fiel á participação na reunião das reuniões de grupo que é uma Ultreia.
     Vertebação de  Ideias como dizia Eduardo  Bonin e´conquistar os ambientes, conhecer as vértebras, alguém que possa influenciar os ambientes conquistando-os para Cristo, para a Igreja, se perseverarem nas Ultreias, nas  Reuniões de Grupo, nas Escolas de responsáveis tanto melhor o movimento mantém-se, renova-se, permite mais e mais cursilhos.
      Neste livro , revisto, actualizado, recentra-se o fundamental do movimento, do seu carisma, método, vivencia, da sua organização , sem organização que se quer  simples, ao serviço, na sombra, sem lideres, só com Cristãos ao serviço.
          O ideal é lê-lo depois de um cursilho, ou mesmo depois de uma maior maturação, Eu li-o agora  5 anos depois do meu cursilho, e tudo agora faz sentido, antes , era mais um livro.

  De colores 

sergio neves